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Transplante

Referência no setor de transplantes do Rio de Janeiro

​​​​​​​​Considerado referência no setor de transplantes do Rio de Janeiro, o Hospital São Lucas Copacabana é habilitado pelo Sistema Nacional de Transplante (SNT) para realizar as seguintes modalidades:

  • Transplantes de fígado
  • Transplante de rim
  • Transplante pâncreas-rim
  • Transplante de coração
  • Transplante de pulmão
  • Transplante de medula óssea

O empenho trouxe resultados: no primeiro trimestre de 2018, o hospital foi o que mais realizou transplantes de rim com doador vivo no estado do Rio de Janeiro. O HSL também foi o pioneiro na América Latina na realização de transplante triplo (envolvendo coração, fígado e rins) e transplante de fígado intervivo (quando o órgão vem de um doador vivo) em pacientes com metástase hepática colorretal – considerada uma técnica pioneira.

Os números são promissores: mais de 110 transplantes de fígado, 87 transplantes de rim, 29 transplantes duplos de pâncreas-rim, um transplante multivisceral e um transplante triplo (coração, fígado e rins) realizados desde o início dos programas. Para melhorar a experiência do paciente, o hospital investiu em uma linha de cuidado especialmente pensada que engloba todas as etapas de seu tratamento, acolhendo-o de forma humanizada e conduzida por equipes especializadas em transplante de órgãos. Também contamos com CTI e pós-operatório exclusivos para cuidados do paciente transplantado.

​​​​​​O que é um transplante?

O transplante é uma cirurgia de alta complexidade que melhora de forma significativa a saúde e o bem-estar de pacientes com algumas doenças em estágio avançado. Neste caso, o órgão afetado, que já está com seu funcionamento seriamente comprometido, é retirado através de um procedimento cirúrgico e o paciente recebe um órgão saudável.​ 

Existem diversas modalidades de transplante, desde órgãos, como fígado, rins, coração e pulmão, até estruturas e tecidos, como córneas. No caso dos transplantes de fígado e rim, existem dois tipos de procedimentos: o tradicional, feito com o órgão de um doador falecido que sofreu morte encefálica, e o transplante intervivos, em que um doador vivo compatível com o paciente doa o órgão.​

Em quais casos o transplante é indicado?

A indicação de transplante é realizada principalmente para doenças avançadas que não teriam melhora com a adoção de outros métodos de tratamento, como a doença renal crônica, a insuficiência hepática, a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e alguns quadros complexos que prejudicam a saúde do coração. No caso do transplante duplo de pâncreas-rim, a cirurgia é feita como forma de tratamento de para pacientes com diabetes tipo 1 que sofrem com insuficiência renal crônica em estágio grave.

Dependendo do quadro apresentado pelo paciente, a equipe médica que o acompanha levantará todas as possibilidades possíveis de tratamento e, caso seja necessário, será feita a indicação do transplante.​ Apenas um médico especialista poderá indicar se o transplante é a melhor alternativa para o paciente. Para saber mais, entre em contato conosco e marque uma consulta com um de nossos especialistas pelo número (21) 2545-4000 (opção 1). 

Como um transplante é feito?

Sendo um procedimento cirúrgico, o transplante é realizado depois da captação do órgão compatível e da internação do paciente na unidade hospitalar. Caso o órgão venha de um doador vivo, as duas cirurgias (no doador e no receptor) são realizadas simultaneamente, para que não haja perda da função do órgão a ser transplantado. 

Trata-se de um procedimento seguro que pode durar até 10 horas e que exigirá, em média, um período de internação de 10 a 15 dias. Durante esse tempo, o paciente transplantado será acompanhado de perto por uma equipe multidisciplinar, que avaliará sua evolução após o procedimento e se houve algum sinal de rejeição do novo órgão. Após a melhora do quadro do paciente, ele terá alta hospitalar para que possa continuar sua recuperação em casa e, aos poucos, retomar sua rotina normal.​

​​​​​​Como fica a saúde do paciente após o transplante?

Após o período de internação pós-transplante, o paciente pode retornar à sua rotina normalmente. Porém, para preservar a saúde e aumentar a sobrevida do novo órgão, é importante que ele adote um estilo de vida prioritariamente saudável, com a adoção de alimentação saudável, prática regular de exercícios físicos e uso dos remédios indicados pelos médicos – incluindo os imunossupressores, que auxiliam na aceitação do novo órgão pelo corpo. Em alguns casos também será necessário parar de beber e/ou de fumar.​

Quais órgãos e tecidos podem ser usados em um transplante?

Uma única pessoa com diagnóstico de morte cerebral pode doar diversos órgãos e estruturas, como rins, fígado, coração ou válvulas cardíacas, pâncreas, pulmões, intestino, ossos, córneas e pele.

Corpo clínico

Dr. Eduardo Fernandes
Dr. Felipe Mello
Dr. Ronaldo Andrade
Dr. Leandro Pimentel
Dra. Camila Girão
Dra. Camila Cesar
Dr. Silvio Martins
Dr. Alexandre Rouge
Dr. Caio Castro
Dr. Rodrigo Segalote
Dr. Giltamar Marques – Anestesista
Dr. Bruno Vilanova – Anestesista
Dr. Ronie Marques – Anestesista
Dr. Walbert Fiorot – Anestesista
Dr. Gabriel Murad – Anestesista
Dr. Felipe Robalinho – Anestesista​​​​