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Alimentação saudável e exercícios físicos podem retardar envelhecimento

Práticas saudáveis evitam doenças e ajudam na preservação de boas condições físicas

Fios brancos, rugas na pele, calvície. Esses são alguns dos sinais mais comuns de que a meia-idade começou a bater à porta. Apesar de ser uma condição natural do ser humano, estudos científicos constatam que o envelhecimento do corpo pode ser retardado por meio de medidas preventivas, como alimentação saudável e prática regular de exercícios físicos.

De acordo com a dra. Luciana El-Kadre, coordenadora do Centro de Diabetes e Obesidade do Hospital São Lucas Copacabana, o segredo está em evitar o sedentarismo e a obesidade, condições que podem trazer uma série de doenças responsáveis pela diminuição da longevidade e da autonomia na idade avançada.

“A alimentação balanceada, com menos carboidratos e mais proteínas e vegetais, oferece muitos benefícios para o corpo. Entre eles, desacelerar os efeitos do envelhecimento. Mas é necessário que toda dieta seja realizada sob a orientação de um nutricionista e tenha acompanhamento médico para que não haja riscos”, esclarece a especialista. A médica ainda destaca a importância de unir a alimentação saudável à prática de exercícios físicos para garantir a longevidade.

“A atividade física é fundamental para a saúde e para o prolongamento da juventude. Exercícios aeróbicos, como corrida e bicicleta, ajudam a fortalecer o sistema cardiovascular, a regular os níveis de colesterol e a prevenir diversos tipos de doença, além de estimular a produção de endorfina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar. Já os anaeróbicos, como pilates e musculação, fortalecem os músculos e podem ajudar na manutenção da densidade óssea, importante para conservar boas condições físicas para as atividades do dia a dia”, acrescenta.

Apesar dos inúmeros benefícios dos exercícios físicos para a saúde física e mental, é necessário tomar alguns cuidados, respeitar a limitação das articulações e não ultrapassar os limites do corpo. Se houver necessidade de diminuir o atrito, a natação e as atividades aquáticas são boas opções. É aconselhável que as atividades físicas sejam feitas sempre sob a orientação de profissionais adequados e com acompanhamento médico, para que sejam avaliadas as especificidades de cada pessoa.


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