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Como evitar traumas durante as festas de ano-novo?

Atenção e cuidados simples podem evitar ferimentos e fraturas

O fim do ano está chegando e, com ele, as tão esperadas festas de ano-novo. Seja para passar em família ou festejar com os amigos, esta é uma ótima oportunidade de deixar todos os problemas de 2019 de lado e sonhar com um 2020 mais promissor. Porém, mesmo com tantos motivos para se divertir sem culpa, é importante ter atenção e prevenir os traumas – muito comuns nessas ocasiões.

O alerta é do dr. Paulo Silveira e vale para muitas situações que ocorrem nas festas de fim de ano. Segundo o coordenador do Centro de Trauma do Hospital São Lucas Copacabana, o cuidado deve começar logo nos detalhes da festa. É recomendado substituir taças, copos, pratos e itens de decoração de vidro por objetos de plástico para evitar cortes.

“Dependendo do tamanho e da profundidade do corte, o fluxo de sangue perdido pode ser grande. Em alguns casos, quando a perda de sangue é intensa, o paciente pode ir a óbito em poucos minutos, por isso, é necessário estancar imediatamente o sangramento enquanto a ajuda especializada está a caminho”, explica o médico.

Quem for beber além da conta para comemorar, seja champanhe ou cerveja, seja vinho ou drinques diversos, atenção à quantidade ingerida. Além de poder causar situações embaraçosas, o excesso de álcool no sangue também altera a percepção da pessoa sobre a realidade e o ambiente ao redor, interferindo em seus instintos e noções de perigo.

Segundo o dr. Paulo, pessoas embriagadas têm mais chances de se cortarem e sofrerem com afogamentos e queimaduras. No primeiro caso, é necessário chamar imediatamente a ajuda especializada para só então tentar qualquer manobra de salvamento e ressuscitação – com o paciente já fora d’água.

“Já em relação às queimaduras causadas por rojões e fogos de artifício, pessoas que estejam aptas a ajudar podem limpar a área queimada com água corrente. Depois, é necessário retirar os tecidos próximos da lesão e cobri-la com um pano limpo até que o paciente seja atendido em uma unidade médica especializada”, afirma o dr. Paulo.


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