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Estar apaixonado faz bem

Amar pode trazer tantos benefícios para o corpo e a mente quanto os hábitos saudáveis

Os filmes, as séries e os desenhos animados não mentem: quem está apaixonado se sente constantemente nas nuvens, e não é para menos. Segundo o dr. Christian Roderjan, coordenador médico das UTIs Clínicas do Hospital São Lucas Copacabana, quando alguém tem sentimentos de amor o cérebro libera dopamina, que gera a sensação de prazer, semelhante ao que o corpo experimenta quando um objetivo é alcançado.

A oxitocina, chamada de “hormônio do amor”, também começa a fluir com mais intensidade quando se encontra a pessoa amada, e suas altas doses se refletem em vários aspectos da vida, como no aumento da resistência física. Os efeitos benéficos são notáveis também na saúde do sistema cardiovascular, que fica mais fortalecido.

“Um estudo realizado pela Universidade Católica de Brasília constatou que pessoas idosas solteiras ou viúvas têm mais chances de falecer se comparadas com as pessoas casadas ou em um relacionamento estável. Já entre os mais jovens, os hábitos saudáveis prevalecem quando alguém está feliz em um relacionamento estável, contribuindo para a saúde de forma geral”, afirma o especialista.

A serotonina, um neurotransmissor que regula o humor, o ritmo cardíaco, o sono e o apetite, entre outras sensações do corpo, também está em alta quando o amor chega. Ela atua diretamente no cérebro, reduzindo os níveis de estresse e mantendo a sensação de bem-estar por mais tempo.

“Estar apaixonado faz bem de todas as formas, tanto para a mente quanto para o emocional e para o corpo. Apaixone-se por tudo: por sua casa, seu trabalho, pelas pessoas e, principalmente, por você mesmo. O mundo inteiro torna-se melhor quando o amor está no ar”, afirma o dr. Christian.


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