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Dicas para lidar com quem enfrenta o câncer

Hábitos simples podem fazer a diferença durante o tratamento

O falecimento da modelo e blogueira Nara Almeida, de 24 anos, vítima de câncer de estômago, foi uma das notícias mais comoventes na mídia nos últimos dias. A jovem, que lutava contra a doença há 10 meses, ganhou notoriedade quando começou a compartilhar, em suas redes sociais, o dia a dia de seu tratamento. Quem já teve a doença ou possui um parente que sofre de câncer sabe que tanto o diagnóstico quanto o tratamento em si exigem uma grande doação emocional, que vai colaborar para tornar o processo mais empático.

Mais do que as sessões de quimioterapia, o paciente enfrenta um momento sensível, que, consequentemente, requer apoio das pessoas queridas que o cercam. Pensando nisso, o dr. Frederico Muller, oncologista do Hospital São Lucas Copacabana, preparou algumas dicas para ajudar a melhorar a experiência de um paciente.

Adicione o “hoje” à pergunta “como você está se sentindo?”

Esse detalhe, por mais que pareça pequeno, provavelmente vai deixar o paciente mais à vontade na resposta, já que, nessa luta, é normal que haja uma montanha-russa de sentimentos e que o emocional esteja diferente a cada dia. Sendo assim, é fundamental que o paciente mantenha contato próximo com a equipe multidisciplinar, pois o conhecimento de como lidar com os sintomas relacionados com a doença e o tratamento, que podem mudar diariamente, faz toda a diferença.

Esteja por perto fisicamente

Segundo o dr. Frederico, em cenários como este, uma mensagem no WhatsApp, nas redes sociais ou no e-mail não consegue demonstrar todo o afeto dos familiares e amigos. Uma visita presencial fará toda a diferença, porque o contato físico também estará presente. É o olho no olho, o toque e a proximidade que ajudam a levantar a autoestima e dar forças para o paciente seguir em frente.

Evite demonstrar sentimentos de pena

Nutrir um pensamento desse porte é natural, e muitos familiares e amigos estão sujeitos a isso, mas demonstrar para o paciente que você se sente assim não ajuda na recuperação dele.

“Não existe uma fórmula mágica. Costumo dizer que o importante é demonstrar carinho, afeto e estar sempre presente, muitas vezes para ouvir muito mais do que falar. Certamente a presença e a atenção das pessoas queridas são fundamentais para o bem-estar global, físico e emocional do paciente”, afirma o especialista.

As dicas do dr. Frederico Muller são insights mínimos perto do que alguém nessa condição merece e, mais do que isso, precisa receber!

​No Hospital São Lucas Copacabana, as equipes multidisciplinares estão preparadas para cuidar dos pacientes oncológicos, proporcionando não só a melhor infraestrutura possível, mas atendimento humanizado, carinho e hospitalidade do início ao fim do tratamento.


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