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Oito opções ricas em proteínas para substituir a carne vermelha

Ascensão de dietas veganas traz necessidade de fontes alternativas de proteínas

​​Seja pela ideologia, seja pela preferência pessoal, o veganismo representa um dos grupos sociais que mais têm crescido nos últimos anos. Estatísticas do IBOPE indicam que mais de 17 milhões de brasileiros se declaram vegetarianos ou veganos, e, ao contrário do que se imagina, esse tipo de estilo de vida também oferece ótimas fontes de proteínas, que substituem os tipos de carne no prato. Confira, a seguir, oito opções de alimentos que são fontes de proteínas e podem ser consumidos por quem é vegano ou vegetariano:

– seitan, também conhecido como “carne de glúten”: 75g de proteínas em 100g;

– semente de abóbora: 18,5g de proteínas em 100g;

– quinoa: 14,4g de proteínas em 100g;

– castanha-do-pará: 14,3g de proteínas em 100g;

– edamame, também conhecido como “soja verde”: 14g de proteínas em 100g;

– tofu: 6,6g de proteínas em 100g;

– feijão: 4,8g de proteínas em 100g;

– cogumelos: 2,5g de proteínas em 100g.

Segundo o dr. João Merheb, nutrólogo do Hospital São Lucas Copacabana, a grande dica é diversificar o prato para incluir o maior número possível de alimentos de origem vegetal que forneçam os aminoácidos essenciais que não são produzidos pelo organismo e têm grande importância na manutenção da saúde. O grão-de-bico, o amaranto, a soja e o pistache, por exemplo, são boas fontes de aminoácidos essenciais e devem, sempre que possível, fazer parte das refeições.

“Sendo tão importantes para o bom funcionamento do organismo, a falta de proteínas na dieta pode ocasionar inchaço, alterações psíquicas, queda de cabelo, unhas quebradiças e dificuldade de cicatrização”, afirma o médico.

Além das opções listadas, existem diversos tipos de vegetais que também são ricos em proteínas, como os brócolis, a lentilha e a ervilha, e servem como complemento para quem come carne ou não. Além disso, apesar de a substância estar presente em alimentos de origem animal, é necessário adotar uma alimentação diversificada, que englobe todos os grupos alimentares.



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