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Quem está no grupo de risco do novo coronavírus e o que fazer para se proteger?

Medidas visam resguardar a parte da população mais suscetível aos casos graves de Covid-19

​O novo coronavírus, que causa a doença Covid-19, já soma quase 2 mil casos no Brasil e, segundo o Ministério da Saúde, os números tendem a aumentar. Em casos como esse, é importante definir as formas de se proteger da doença e evitar o contágio, principalmente quem está no grupo de risco.

Segundo o dr. Vítor Martins, infectologista do Hospital São Lucas Copacabana, o que se sabe até o momento sobre o grupo de risco do novo coronavírus é que ele é formado por pessoas com mais de 60 anos, quem tem problemas de saúde que afetem a imunidade e pacientes com doenças que atingem o coração e o pulmão.

“Em uma situação de contágio, esse grupo tem maiores chances de desenvolver os casos mais graves e complexos da Covid-19, já que o vírus pode atacar o sistema imunológico ou agravar as doenças preexistentes no paciente. Porém, isso não quer dizer que, caso infectadas, essas pessoas vão, obrigatoriamente, desenvolver a versão grave da doença”, explica o médico.

Para evitar o contágio pelo novo coronavírus e combater o avanço dos casos no mundo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu uma relação de medidas preventivas que toda a população deve adotar, principalmente quem faz parte do grupo de risco. Essas medidas são:

  • - promover o isolamento social, saindo de casa o mínimo possível;

  • - manter uma distância considerável das pessoas, caso precise sair de casa, e evitar lugares com aglomeração;

  • - evitar ao máximo o contato físico, mesmo que as pessoas não tenham sintomas;

  • - higienizar as mãos frequentemente ao longo do dia, com sabão e água ou álcool gel 70%;

  • - higienizar superfícies e objetos de uso recorrente com álcool 70%;

  • - cobrir toda a região do nariz e da boca com lenço descartável ou a região interna do cotovelo ao tossir ou espirrar.

O dr. Vitor ainda reforça que pessoas que apresentem sintomas compatíveis com a infecção do novo coronavírus – como febre, tosse insistente, dor no corpo e falta de ar – devem procurar assistência médica para avaliação. Caso o médico ache pertinente, ele indicará o exame para a detecção do novo coronavírus.


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